Os maiores responsáveis pelo tráfico

A estrutura social do tráfico tem demonstrado que os primeiros intermediários, de pouca expressão comercial, são os “mascates”, regatões (barqueiros que transitam pelos rios das regiões Norte e Centro-Oeste realizando escambo de produtos básicos por animais silvestres), donos de barracões (pequenos comerciantes rurais), fazendeiros, caminhoneiros, os motoristas dos ônibus (estaduais/interestaduais) e comerciantes ambulantes que transitam entre a zona rural e os médios e grandes centros urbanos.

Como intermediários secundários estão os pequenos e médios comerciantes, que atuam clandestinamente no comércio varejista. São o elo de ligação entre o pequeno comerciante, que transita entre a zona rural e urbana e os grandes comerciantes que atuam no mercado atacadista, voltado para o tráfico internacional.

Finalmente, os grandes comerciantes, responsáveis pelo contrabando nacional e internacional de grande porte (estão incluídos os traficantes brasileiros e estrangeiros especializados neste comércio, alguns proprietários de criadouros científicos, comerciais ou mesmo, conservacionistas, e ainda, empresários legalmente constituídos, com conexões no mercado internacional de animais silvestres).

Na ponta desta cadeia estão os consumidores finais, representados pelos criadores domésticos, grandes criadores particulares, zoológicos, proprietários de curtumes, indústrias de bolsas e calçados, etc.
A realidade é que são inúmeras as situações, envolvendo vários responsáveis que utilizam todos os meios possíveis e inimagináveis para converter animais silvestres em dinheiro.

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