Número de perdas do tráfico

NÚMERO DE PERDAS DO TRÁFICO DA FAUNA SILVESTRE ATÉ CHEGAR AO DESTINO FINAL
É ínfimo o número de perdas que ocorrem perto do lucro dos traficantes.

É contestável o fato de se afirmar que de cada dez animais que chegam ao seu destino final, nove perdem a vida no caminho. Apesar das cruéis condições de transporte a que são submetidos, muitos conseguem resistir.

O traficante prefere as espécies de aves mais resistentes, a fim de que a taxa de mortandade seja mínima e seu lucro o maior possível, sem que deixe de arriscar trazendo espécies mais frágeis.

Das aves provenientes do nordeste as preferidas pelos traficantes são:

Galo-de-campina (Paroaria dominicana);
Azulão (Passerina brissoni);
Canário-da-terra (Sicalis flaveola);
Papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva);
Corrupião (Icterus icterus jamacai) que apesar de não ser uma ave resistente, é trazido de uma forma ou de outra, já que há grande procura devido seu belo canto e coloração da plumagem (laranja e preto) alcançando um valor inicial de comércio bastante elevado, em torno de R$ 60,00.

Dentre as espécies de menor interesse, devido sua baixa resistência, destacam-se: vários tipos de Sporophila (Patativas e Coleiras).

Em relação a primatas e répteis, a taxa de óbitos é praticamente nula.

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