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Piadas


– Cachorros & Mulheres
– Cachorro ninja

O fazendeiro foi ao zoológico e ficou tão encantado com a zebra que importou uma da África.
Solto na fazenda, o bicho tratou logo de ir conhecendo seu novo mundo. Em seu primeiro passeio, encontrou uma galinha e disse:
— Sou uma zebra. Quem é você e o que faz?
— Eu sou uma galinha. Eu fico ciscando o chão e ponho ovos — respondeu a galinha.
Depois, a zebra encontrou uma vaca deitada no curral e fez a mesma pergunta.
— Sou uma vaca. Eu pasto e dou leite.
Em seguida, a zebra encontrou o marido da vaca e perguntou quem ele era.
— Eu sou um touro — respondeu o touro.
— E o que você faz? — perguntou a deslumbrada zebra.
— O que eu faço, seu asno idiota? Tira esse pijama ridículo que eu já lhe mostro!

 

Era um polvo sensacional, verdadeira atração artística: tocava piano, violão e violino ao mesmo tempo. Mas ainda restavam dois tentáculos, e seu treinador resolveu que ele devia aprender a tocar também gaita de foles.
Com o talento que o polvo tinha, não era preciso ficar dando muitas explicações. Assim, uma noite o treinador colocou uma gaita de foles no quarto do polvo e ficou aguardando o resultado. As horas foram passando, passando e nada de o polvo tocar a gaita.
No dia seguinte, o homem abriu a porta do quarto e perguntou:
— Como é, você ainda não conseguiu aprender a tocar esse negócio?
— Tocar? — retrucou o polvo — Passei a noite inteira tentando cantar essa belezinha!

 

Todos os dias aquele distinto cavalheiro entrava no bar com o seu cachorrinho.
Sentavam-se a uma mesa e o garçom, já habituado com a dupla, servia um uísque para cada um — o do cachorrinho num pires.
Eles bebiam, pagavam e saíam dignamente.
Certa noite, porém, o cachorrinho apareceu sem o dono.
Subiu numa cadeira e ficou esperando, com as patinhas sobre a mesa.
O garçom, sem hesitar, levou-lhe o pires com uísque.
“Hoje, o dono deve ter se atrasado”, pensou.
O cachorrinho bebeu, balançou a cauda num educado cumprimento e foi embora.
Na noite seguinte, reapareceu no bar, dessa vez em companhia do dono que, delicadamente, agradeceu a gentileza do garçom.
— Muito obrigado por ter servido meu cachorrinho. Nós dois ficaríamos muito contentes se você aceitasse este pequeno presente.
E entregou uma caixa ao garçom, explicando: — É uma lagosta. E está viva.
— Oh, muito obrigado! — Disse o garçom. — Vou guardá-la para o jantar.
Ela já jantou. Mas ficará muito feliz se você levá-la ao cinema.

 

O canguru entrou saltando no bar e pediu um martini seco.
O barman, refeito da surpresa, serviu.
O canguru bebeu calmamente, pediu mais um e ao final perguntou:
— Quanto devo?
— Dez reais — respondeu prontamente o barman.
Enquanto o estranho cliente pegava o dinheiro, o barman fez um comentário:
— Sabe que é a primeira vez que atendo um canguru?
— Primeira e última — disse o canguru, enquanto se retirava —, com esses preços!

 

O macaco disse ao papagaio:
— Eu sou o animal mais parecido com o homem. Sou, portanto, o mais importante de todos os animais.
— Essa não — retrucou o papagaio. — Você é parecido, mas não sabe falar. E eu sei.
— E eu não estou falando?

 

O gato de rua está louquinho por uma gata angorá.
Depois de muito ronronar no telhado, se declara, romântico:
— Oh, meu amor, por ti sou capaz de dar a minha vida!
— Jura! — ela pergunta, dengosa — E quantas vidas?

 

Na selva, um macaquinho muito safado e matreiro se aproxima por trás de um leão, adormecido na sombra de uma frondosa árvore, vê aquele traseiro enorme dando sopa e não resiste…
O leão acorda imediatamente, furioso diante da ousadia de ter sua majestade ultrajada, e sai em perseguição ao macaco irreverente.
Quase um quilômetro adiante, o macaco encontra um jornal caído no solo, senta-se num tronco e põe-se a ler as notícias, com o cuidado de cobrir o rosto para não ser identificado pelo leão, que lhe pergunta:
— Você não viu um macaco pequeno e sem-vergonha passar por aqui?
— Aquele que comeu o leão?
— O quê??!!! — diz o leão, atônito. — A notícia já saiu no jornal?

 

Uma formiguinha e um elefante caminhavam por uma estrada quando ele, desastradamente, tropeçou e caiu num lodaçal, ficando entalado.
Como não tinha condições nem forças para tirar o seu parceiro, a formiguinha correu para a cidade, pegou um Porsche de um amigo emprestado e finalmente conseguiu rebocar o elefante para fora do lodo.
Quando acabou a operação de resgate, a formiguinha se distraiu, tropeçou e caiu na lama.
O elefante achou um exagero puxá-la para fora com a ajuda do Porsche e resolveu fazer uma ponte salvadora com o seu pênis de um metro de comprimento.
A formiguinha agarrou-o com força e foi salva.
Moral da história: “Não é preciso um Porsche quando se é bem dotado”.

 

Um cachorro pastor alemão entrou numa agência de correios, pegou um formulário de telegrama e escreveu:
— Woof… woof… woof… woof… woof… woof… woof… woof… woof.
O atendente examinou o papel.
— Só tem nove palavras aqui — ele disse. — Você poderia mandar outro woof pelo mesmo preço.
— Mas aí — respondeu o cachorro — perderia todo o sentido…

 

Um rato corre desesperadamente pela casa, com um gato em seu encalço.
Para sua sorte, o pequeno roedor encontra um buraco no rodapé da cozinha e se esconde lá dentro.
Depois de algum tempo de silêncio absoluto, o rato ouve latidos do lado de fora e pensa: “Deve ter aparecido um cachorro, que espantou o gato. Como cachorro não liga para rato, estou salvo”. E sai do buraco.
Imediatamente, é apanhado pelo gato.
Assustado, o rato pergunta:
— Mas como você pode estar aqui ainda, se eu ouvi uns latidos de cachorro?
— Ah, meu caro, hoje em dia, quem não falar dois idiomas está perdido.

 

Três pintinhos morreram e foram parar no céu.
Chegando lá, São Pedro disse que só havia vaga para dois. Resolveram, então, apostar uma corrida para ver quem entrava.
— Um, dois, três… já! — contou São Pedro.
Dois correram e entraram sem problema.
O terceiro, lerdo demais, ficou de fora.
Moral da história: pintinho mole não entra.

 

O leão e o antílope entram num restaurante da selva e chamam o garçom, um veado:
— Quero uma salada mista de grama, relva e capim — diz o antílope.
— Pois não — diz o garçom. E dirigindo-se ao leão:
— E o senhor, que vai pedir?
— Nada, obrigado — grunhe, sacudindo a juba.
— Ele não está com fome ? — pergunta o garçom ao antílope.
— Escuta aqui, você acha mesmo que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentado?

 

Tem aquela dos três cachorrinhos que se encontram no meio da rua, ainda no tempo da Cortina de Ferro. Um francês, um polonês e um russo.
— As coisas vão de mal a pior! — queixa-se o cachorrinho francês. — Pois imaginem que hoje eu tive que latir adoidado para que me trouxessem um pedaço de carne.
— Carne?! — assusta-se o polonês. — O que é isso?
— Latir? — diz o russo. — O que é isso?

 

A morte precoce do pujante gorila fazia definhar a fogosa gorila. O atento diretor da Divisão de Primatas logo percebeu a carência específica do belo animal, mas como satisfazê-la? Não havia outra saída: ninguém tinha melhores relações com a gorila do que o limpador da jaula.
— Você compreende – O diretor explicou ao rapaz. — Isso tem importância científica. Contamos com você. E são 500 reais!
Precavido, o rapaz impôs três condições:
— Não pode ser na jaula, tem ser num motel.
— Está ótimo, tens razão — Concordou o diretor.
— Vocês não vão deixar a minha Maria saber disso.
— É evidente — Concordou o diretor. — Confie em nós. Que mais?
— A terceira é o seguinte: posso pagar os 500 reais em cinco vezes?

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